REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DOS MODELOS TEÓRICOS DOS ESTILOS DE APRENDIZAGEM DE UNIVERSITÁRIOS

Ricardo Alexandre Aneas Botta, Priscila de Assis Silva

Resumo


É comum ouvirmos relatos de acadêmicos pelos corredores da faculdade, um reclamando sobre a dificuldade de assimilação do conteúdo pela didática empregada pelo professor, outros alunos, porém, não apresentam esta mesma dificuldade, assimilando rapidamente o conteúdo. Isso poderá nos remeter alguns fatos e/ou lembranças de algum professor assim durante a sua graduação ou no ensino regular e se questionava quanto a sua competência e habilidade perante essa aula, mas tem uma explicação para isso, talvez você nunca tenha ouvido falar em estilos de aprendizagem, sim, mas eles existem e de acordo com seus conceitos cada individuo tem uma maneira de aprender. Perante essas questões, e buscando informatizar surgiu o questionamento como é possível aplicar os estilos de aprendizagem em universitários em áreas distintas, qual o estilo que esses acadêmicos de variados cursos mais aprendem. Na atualidade vivemos em um mundo em constantes mudanças e com recursos tecnológicos cada vez mais modernos onde há estímulos visuais, auditivos, verbais sempre, e em todo lugar. É importante ter conhecimento de como o sujeito aprende, qual a sua melhor forma de recepção dos conteúdos apresentados, e com base nos trabalhos já apresentados verificar qual o modelo que seus discentes aprendem melhor. Segundo Cerqueira (2000) os estilos de aprendizagem relacionam-se à maneira pela qual as pessoas interagem com as condições de aprendizagem, abrangendo aspectos cognitivos, afetivos e ambientais que podem favorecer o processamento de informações. Existem diversas definições para os estilos de aprendizagem a forma como a pessoa reage e interage ao aprendizado pode ser influenciado pelo comportamento. Outros estudiosos relatam que a aprendizagem pode estar ligada a fatores fisiológicos, emocionais e afetivos. (Silva apud Domingues e Schmitt 2016)

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